Blog técnico · 06/06/2026
Como escolher o fluido de corte ideal para cada material
Não existe fluido de corte universal. A escolha começa pelo material usinado: aços-carbono e ligas pedem boa lubricidade e aditivos de extrema pressão para conter o desgaste; o inox e as superligas, que encruam e geram muito calor, exigem refrigeração e antissoldagem reforçados; o alumínio precisa de um fluido que evite manchas e adesão de cavaco; e o ferro fundido, que solta pó abrasivo, costuma pedir fluido com boa decantação e filtragem.
O segundo critério é a operação e a severidade. Furação profunda, rosqueamento e brochamento concentram calor e atrito e se beneficiam de óleos integrais ou de emulsões mais encorpadas. Já torneamento e fresamento de alta velocidade priorizam refrigeração e limpeza da zona de corte. A forma de aplicação (jato abundante, névoa ou mínima quantidade) também muda a escolha entre óleo solúvel, semissintético, sintético ou integral.
A regra prática é casar material, operação e máquina, e então padronizar para reduzir erros no chão de fábrica. A linha Lubricorte da JEFLUB cobre desde óleos vegetais e semissintéticos até fluidos com aditivos EP para operações severas. Envie o material, a operação e a máquina para nossa equipe técnica e indicamos o fluido e a concentração ideais.
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